Prontuário Eletrônico do Paciente
PRORADIS

Prontuário Eletrônico do Paciente, o indicador de sucesso clínico

Saiba como o PEP é importante para sua clínica

Contextualizando o PEP

     O Prontuário Eletrônico do Paciente, é apenas uma das tecnologias exponenciais no setor da saúde. Porém, os benefícios de sua implementação, são de grande valor para as clínicas, laboratórios e hospitais.

     Como por exemplo, quando se integra o Prontuário Eletrônico do Paciente – PEP, aos softwares como ERP, o radiológico RIS, entre outros… As suas vantagens em termos de redução de prazos, são enormes. É de extrema importância para a gestão administrativa de uma empresa de saúde. Também pelo fato de se obter os dados cadastrais de cada paciente, em um ambiente virtual de fácil acesso e busca de exames. Mas vamos prosseguir…

Como era o Prontuário do Paciente

     Antigamente, os prontuários dos pacientes não eram eletrônicos, eles eram registrados em papel, e armazenados em grandes salas de arquivos.

     Certamente uma prática que ainda existe, entretanto, já se encontra obsoleta. Por conta de muitas empresas de saúde, não obterem o armazenamento adequadoPodendo ocasionar em diversas vezes, a deterioração de arquivos, o extravio dos prontuários, a ilegibilidade das informações feitas à mão, os retrabalhos, a dificuldade de acesso, os problemas com a infraestrutura, e estes são apenas os percalços mais comuns, fora outros que existem por adotar esta técnica de registro antiquada.

     Por outro lado, o Prontuário Eletrônico do Paciente, já se diferencia, não possuindo absolutamente nenhum desses problemas.

O que é Prontuário Eletrônico do Paciente

     Seguramente, posteriormente aos tópicos acima, a dedução do significado de Prontuário Eletrônico do Paciente, é bem simples, obviamente.

     Partindo do princípio do registro de papel, sua designação é a mesma, porém, de maneira eletrônica, ou melhor, digital. É o local onde se consulta qualquer registro, de qualquer paciente de que se venha a precisar, de uma maneira totalmente automática.

     Através do surgimento, e claro, o aperfeiçoamento da tecnologia, hoje podemos utilizar esta ferramenta de registro clínico, que contém todas as informações respectivas de cada paciente, de maneira a otimizar os procedimentos das empresas de saúde.

Como funciona o Prontuário Eletrônico do Paciente hoje

     Atualmente, o Prontuário Eletrônico do Paciente, já passou por grande desenvolvimento, e hoje é integrado a diferentes sistemas e soluções tecnológicas.

     Mas a sua completa implementação em organizações de saúde, se deu a partir de 2002, como podem observar na Cartilha sobre Prontuário Eletrônico – A Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde, emitida pelo CFM. Nesta cartilha, se pode observar as orientações e determinações da Resolução CFM Nº 1638/2002, que são obrigatórias para a utilização do Prontuário Eletrônico do Paciente.

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Quais as vantagens do Prontuário Eletrônico do Paciente

     As vantagens são abundantes no que se trata de Prontuário Eletrônico do Paciente em empresas de saúde. Vários artifícios condizentes as integrações, o desenvolvimento, a agilidade de processos, a centralização de dados, a otimização de diversos procedimentos… Vou fazer melhor, ao invés de citá-los de maneira extensiva, os enumerarei para melhor didática, e uma boa compreensão dos fatos que serão citados.

1 - A facilidade de acesso

     O Prontuário Eletrônico do Paciente não deixa de ser uma imensa base de dados, que processam todas as informações referentes ao seu grupo de pacientes, que ficam armazenados durante tempo indeterminado e podem ser acessados a qualquer hora, e remotamente. Tornando a busca e o acesso ao histórico de cada paciente, mais fácil e ágil. Obtendo relatórios pregressos de cada cliente, como os procedimentos executados, os exames realizados, os diagnósticos por imagens, as alergias, local de realização, horário, data…

2 - Atendimento dinâmico

     Ao obter o banco de dados de seus clientes, ou melhor, o histórico dos seus pacientes já cadastrados, você agiliza o procedimento de checkin. Afinal, todas as informações do cliente estão a poucos cliques do profissional da recepção, que são facilmente atualizadas e de difícil desaparecimento. Os exames passam a ser mais modernos, pois o profissional de saúde pode acessá-los de maneira remota. Gerando o estreitamento na relação com os seus pacientes, que também podem acessá-los com a mesma facilidade, além de poder receber algum tipo de suporte de forma dinâmica.

3 - Ampla usabilidade

     O Prontuário Eletrônico do Paciente não é de difícil compreensão para os usuários, pelo contrário. Os PEP são consideravelmente fáceis de se utilizar. A maioria deles possui uma interface bem intuitiva, e sem complicações para ensinar os profissionais que a usam. E não correm riscos de interpretação, seja por falta de legibilidade, ou transcrições de forma manual. Deixando todos os prontuários padronizados, sem riscos ou eventualidades.

4 - Padronização e personalização

     O Prontuário Eletrônico do Paciente te permite configurar campo de acordo com o profissional que realizar o exame, junto com a sua especialidade, fazendo com que o serviço prestado seja mais especializado. Obtendo todo esta documentação autenticada e comprovada através de uma assinatura digital do especialista que realizou o exame. Gerando uma experiência mais atrativa tanto para médico quanto para paciente.

5 - Proteção de dados

     De acordo com a ética dos profissionais de saúde, o Prontuário Eletrônico do Paciente possui quatro pilares, privacidade, confidencialidade, segurança e integridade. Tudo isso se baseia no sigilo de informações, existente entre o profissional e paciente e a não modificação de dados, ou seja, a integridade. Mas e quando isso ocorre em um ambiente digital?

     Primeiramente, para proporcionar a segurança de navegação dos seus usuários, você necessita de uma Certificação Digital SSL – Secure Sockets Layer. Um sistema que através da criptografia, um conjunto de regras, irá codificar uma informação de forma que apenas emissor e receptor saibam decifrá-la. Elas podem ser identificadas nas URLs, por exemplo, quando aparecer HTTPS, significa que que o servidor atende as especificações do protocolo internacional.

     Posteriormente, as recorrentes utilizações de acesso autorizado e backups diários de arquivos o ajudarão a valorar segurança para seu sistema e para os seus pacientes. Evitando roubo dad dados sigilosos, manipulação de informações entre outros crimes cibernéticos.

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Curiosidades sobre a tecnologia entre estabelecimentos de saúde públicos e privados

     Para iniciar este tópico, me respaldarei reproduzindo dois trechos da pesquisa TIC SAÚDE 2017 – Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nos Estabelecimentos de Saúde Brasileiros. Onde apresentarei alguns dados, em dois temas respectivamente discorridos sobre, a disparidade de infraestrutura tecnológica entre os estabelecimentos de saúde pública e privada, e posteriormente a comparação público, e privada quanto a existência de sistemas eletrônicos nos estabelecimentos de saúde.

INFRAESTRUTURA E GESTÃO DE TIC

     “Apesar da grande maioria dos estabelecimentos de saúde contar com computadores (94%) e Internet (87%), os estabelecimentos públicos e, em especial, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) ainda são aqueles com maior déficit em termos de infraestrutura TIC: 12% das UBS não dispõem de computadores e 28% não possuem acesso à Internet, o que em termos de estimativas equivale a mais de 10.700 UBS desconectadas. Apenas 32% dos gestores das instituições públicas de saúde concordaram que os equipamentos de TI disponíveis eram novos e atualizados, proporção que chega a 66% entre estabelecimentos privados.”

REGISTRO ELETRÔNICO EM SAÚDE

     “Nesta edição, a pesquisa TIC Saúde indica que a existência de sistema eletrônico nos estabelecimentos privados continua sendo significativamente maior (92%) em relação aos públicos (68%). Apesar da existência de sistema eletrônico em 81% do total de estabelecimentos de saúde brasileiros, apenas 21% mantêm em formato eletrônico as informações clínicas e cadastrais nos prontuários dos pacientes.”

Por fim...

     Bom, mais um artigo terminado, caso queiram questionar alguma coisa do que foi discorrido, por favor, peço que deixem o seus comentários abaixo, grande abraço!

Arthur Grimaldi

Arthur Grimaldi

Copywriter - Redator

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